Marcadores

sábado, 26 de maio de 2012

sábado, 7 de abril de 2012

Examinations Grafotécnicos in signatures Modigliani - Exames Grafotécnicos nas Assinaturas de Modigliani

Just been carried out the tests in the signatures of the work Grafotécnicos Velieri Livorno, a major Institute of Criminology, which will enhance the reports of chemical and physical analyzes already published studies, which claim to support the hypothesis of this work is written by Modigliani. Await conclusive findings will post soon. Acabam de ser realizados os Exames Grafotécnicos nas assinaturas da obra Velieri Livorno, num importante Instituto de Criminalística, que irão reforçar os laudos das análises químicas e físicas, já publicados, os quais afirmam suportar a hipotese desta obra ser de autoria de Modigliani. Aguardem os resultados conclusivos que em breve irei postar.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

New news story about the work "Velieri Livorno", this time published on the website "VIA ARTE" - Nova Matéria publicada sobre a obra "Velieri Livorno", desta vez publicada no site "VIA ARTE"


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

PORTO DE LIVORNO 
Óleo Sobre tela – Século XIX
Obra do Acervo Permanente do Museu Cívico Giovanni Fattori – Livorno – Toscana / ITÁLIA



Guglielmo Michelli foi o primeiro professor de Modigliani, ainda em Livorno (Itália). Foi um reconhecido pintor de paisagens_ principalmente marinhas. Conterrâneo de Modigliani, nasceu em Livorno, no ano de 1866. Iniciou os estudos em arte tendo como professor Natale Betti. Em Florença estuda sob os cuidados de Giovanni Fattori. Com Fattori pinta belas paisagens com animais. No entanto, não demora para buscar seu próprio caminho. Ou melhor: sua praia. Pinta excelentes paisagens tendo o mar como tema. O talento de Michelli era tanto que disse Fattori: “Eu ensinei Memo como pintar cavalos e ele me ensinou a pintar paisagens marítimas". Realiza sua primeira exposição em 1891, na “Promotrice fiorentina”. O pintor italiano trabalhou ainda com ilustração de livros, aquarelas, pastel e gravura. Boa parte de suas obras se encontram no acervo do Museu Cívico Giovanni Fattori, em Livorno¹.




Recentemente, aqui no Brasil, foi descoberta uma pintura atribuída a Modigliani. A obra passa por 'estudos' para averiguar tal suspeita. Trata-se de uma pintura em que é possível ver um veleiro ancorado num porto. Medindo 25cm x 18cm, a pintura foi feita em óleo sobre cartão. Provisoriamente a obra está sendo chamada de “Velieri Livorno”.

As suspeitas quanto à autenticidade da obra ser de Modigliani recaem sobre inúmeras particularidades. Há uma recorrência similar no tema. Tanto Michelli quanto Fattori_ que também foi professor de Mondigliani_ e outros importantes pintores italianos da época costumavam pintar “paisagens, valorizando os relevos através de luz e sombra e, muito particularmente, (...) veleiros e mar. ² Há quem veja semelhança entre esta obra e outra pintada por Michelli (Porto de Livorno): “Se notarmos estes veleiros, iremos observar grande semelhança, principalmente no terceiro veleiro, da esquerda para a direita, inclusive de cores e modelo, com a obra de Modigliani que está em processo de autenticidade em Paris/França, 'Velieri Livorno'.”³ Uma outra obra de Mondigliani (Stradina Toscana, 1898), a mais antiga, apresenta a mesma técnica e escala cromática. Também as assinaturas estão sendo consideradas. Em “Velieri Livorno” aparecem três assinaturas em locais e maneiras distintas. Modigliani procedeu assim em várias de suas obras.

Diferente daquilo que o público se acostumou a ver das obras de Modigliani, a influência de Michelli o fez caminhar pela paisagem. Não sendo creditado ao pintor italiano a autoria de “Velieri Livorno”, o que o aproximaria diretamente de Michelli, ainda é possível enquadrá-lo como paisagista em “Stradina Toscana” e “Paisagem” (1919). Isso permite observar que antes de construir um estilo próprio de pintura, o pintor italiano mergulhou fundo na tradição clássica.

1- MASSAGLI, Gioela. Guglielmo Micheli (Leghorn 1866-1926). Tradução de Catherine Biggerstaff. In:http://www.800artstudio.com/en/micheli.php Consultado em 02/01/2012, às 18h56.
2- MORAIS, Acácio e BLANCO, Isabella. Descoberta: obras inéditas podem ser de Modigliani. 17/12/2010. In:http://blogdaretro.uol.com.br/?p=5027 . Consultado em 02/01/2012, às 19h45.
3- Obra de Guglielmo Micheli- (1866-1926) professor de Modigliani. 25/11/2010. In:http://amedeomodigliani.blogspot.com/2010/11/obra-de-guglielmo-micheli-1866-1926.html Consultado em 02/01/2012, às 19h24.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

MATTER WITH PART OF THE RESULTS OF RESEARCH, PUBLISHED IN THE BLOG "FOR ALL SAO PAULO 1932" - MATÉRIA COM PARTE DOS RESULTADOS DAS PESQUISAS, PUBLICADA NO BLOG "TUDO POR SÃO PAULO 1932"

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O Mistério do Casaco de José Wasth Rodrigues

Neste mês de fevereiro o blog completa 2 anos de existência! Para comemorarmos juntos, durante todo o mês trarei algumas postagens especiais que certamente agradarão aos fiéis leitores desta "trincheira paulista".
A primeira delas é um excelente texto do pesquisador de arte Alex Ribeiro, que conta a história da amizade entre José Wasth Rodrigues (1891-1957) historiador e pintor, autor dos Brasões de São Paulo, e um dos grandes mestres da Pintura do século XX Amedeo Modigliani (1884-1920) - história esta resgatada por meio de um...casaco.

Agradeço ao Alex Ribeiro pela colaboração com o blog e tenho certeza que todos os leitores também farão o mesmo!

-------------------------------------

"O Mistério do Casaco" por Alex Ribeiro.

Esta curiosa história envolvendo um casaco e um echarpe, tem início quando o jovem paulistano, José Wasth Rodrigues, recebe em 1910 como prêmio do Governo de São Paulo, pelo sucesso de sua exposição individual, uma bolsa de estudo na Academia Julian e posteriormente na Escola de Belas Artes de Paris. Permanece na França até 1914, quando é deflagrada a 1ª Guerra Mundial e neste período, numa aristocrática avenida em Montparnasse, tem o privilégio de dividir o quarto e pobreza com um italiano, até então, ilustre desconhecido, Amedeo Modigliani.

Quando do seu retorno ao Brasil, Modigliani lhe presenteia com algumas de suas obras, que até o momento se julgavam extraviadas, história esta relatada em crônicas do poeta brasileiro, Carlos Drummond de Andrade, publicadas no Jornal Correio da Manhã (1953) e no Jornal O Estado de São Paulo (1957 e 2001). Informação também confirmada no prefácio de José de Barros Martins, da Martins Editora, no livro “Tropas Paulistas de Outrora”, de Wasth Rodrigues. Monteiro Lobato publica em seu livro “A Barca de Gleyre”, cartas que confirmam que após o final da primeira guerra, Wasth retorna várias vezes a Paris, inclusive em sua companhia,entre outros motivos, para ilustrar, com suas aquarelas, o livro “Uniformes do Exército Brasileiro – 1730/1922”, de Gustavo Barroso, assim como visitar velhos amigos.

Photobucket

Numa destas ocasiões, Modigliani pinta o retrato do amigo brasileiro e não esconde sua admiração pelo casaco que Wasth estava usando, que em retribuição lhe oferece como presente, já sabendo de sua paixão pela moda, conforme alguns depoimentos, inclusive o de Pablo Picasso, que chegou a declarar: “ Se alguém tinha bom gosto para se vestir em Paris no início do século XX, esse alguém era Modigliani”. Este episódio também é citado na crônica “O Paletó de Modigliani” do poeta Paulo Bomfim, publicado em seu livro “Janeiros de Meu São Paulo”. Alguns anos depois, o próprio Wasth confidencia a Barros Martins, sua satisfação ao ver seu antigo casaco vestindo seu amigo Modigliani, em seu único auto retrato, atualmente no acervo do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC/USP).

Photobucket

Após quase cinco anos de pesquisas no Brasil e Europa, para buscar a autenticidade de uma destas obras de Modigliani trazidas por Wasth Rodrigues, que hoje intitulo “Velieri Livorno” e comprovar a amizade entre os dois, deparei-me com a obra catalogada intitulada, “Homem Sentado Apoiado em uma Mesa”, datada de 1918, pertencente a uma coleção particular, onde podemos ver o mesmo casaco e echarpe, também usado por Modigliani em seu autorretrato, sustentando minha tese de ser o retrato de José Wasth Rodrigues, constatação que surpreendeu a própria família, que acreditava que havia sido destruído, atendendo a um pedido de sua mãe, Dona Antonia, que não teria gostado de ver seu filho retratado com traços alongados, a exemplo do queixo e também por lhe parecer inacabada, faltando inclusive pintar os olhos.

A família Wasth Rodrigues, através do Dr. Eurico, sobrinho de J.W.R. e irmão do também ilustrador, Ivan Wasth Rodrigues, ao ser entrevistado pela Revista Época, sobre o “Mistério do Casaco”, matéria publicada em 09/01/12, disse nunca ter visto o mencionado retrato, porém afirma que se tivesse que retratar o “tio Zequinha”, como carinhosamente era conhecido pela família, o faria exatamente como o “Homem Sentado Apoiado em uma Mesa” retratado por Modigliani.

A história do casaco e echarpe teria tudo para ficar esquecida no passado, mas eles estão servindo para aquecer a amizade entre Brasil e Itália e agasalhar dois grandes artistas do século XX, além de, juntamente com o apoio da ciência, proporcionar em breve o resgate de uma entre tantas outras obras extraviadas do gênio da pintura Amedeo Modigliani!

Abaixo a obra de Modigliani que está em processo de autenticidade, intitulada “Velieri Livorno”, responsável pelo inicio das pesquisas de Alex Ribeiro.

Photobucket

Uma das primeiras versões do Brasão da Cidade de São Paulo por J.W.R. que sofreu modificações até o desenho que é usado atualmente.

Photobucket

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Guglielmo Micheli (1866 - 1926) first professor of art by Modigliani - Guglielmo Micheli (1866 – 1926) primeiro professor de artes de Modigliani

Guglielmo Micheli (1866 - 1926)
Born in Livorno in 1866, Micheli began studying art under Natale Betti. Later, he enrolled at the Scuola Libera del Nudo in Florence, directed by Giovanni Fattori, and became his favorite disciple. In 1891 she had her first place in the room "Promotrice fiorentina" in 1892, showed

"Esposizione di Belle Arti" in Rome, and in 1895, still in Rome, attended the

"Società della Esposizione Amator and lovers."
He lived in Livorno 1894-1906, where, from the ground floor of Villa Baiocchi assembled and directed a school of design that many local students were met, including Amedeo Modigliani, Llewelyn Lloyd, and Manlio Martinelli Gino Romiti. Benvenuto Benvenuti, Oscar Ghiglia, Renato Natali Gambogi and Raphael, were regular students in the studio Micheli and during the summer, there were also Giovanni Fattori this studio, on his visits to the city where he was born, Livorno.


Guglielmo Micheli (1866 – 1926)
Nascido em
Livorno, em 1866, Micheli começou a estudar arte sob Natale Betti. Mais tarde, matriculou-se na Scuola Libera del Nudo em Florença, dirigido por Giovanni Fattori, e se tornou seu discípulo favorito. Em 1891 teve seu primeiro lugar no recinto "Promotrice fiorentina", em 1892, mostrou a
"Esposizione di Belle Arti" em Roma, e em 1895, ainda em Roma, participou da
"Società della Esposizione Amatori e Cultori“.
Ele viveu em
Livorno 1894-1906, onde, a partir do piso térreo do Baiocchi Villa montou e dirigiu uma escola de design que muitos estudantes locais eram atendidos, incluindo Amedeo Modigliani, Lloyd Llewelyn, Martinelli e Manlio Romiti Gino. Benvenuto Benvenuti, Oscar Ghiglia, Renato Natali e Raffaello Gambog, eram alunos regulares no estúdio Micheli e durante o verão, também foi possível ver Giovanni Fattori neste estúdio, em suas visitas à cidade onde ele nasceu, Livorno.



Giovanni Fattori (1825 – 1908) Professor de artes, tanto de Guglielmo Micheli, como de Amedeo Modigliani


Giovanni Fattori  (1825 – 1908)
Sua obra domina a produção artística do século XIX na Itália. Aluno da Academia de Belas Artes de Florença entre 1846/48, Fattori tornou-se, em 1855 promotor do movimento dos Macchiaioli (os tachistas, jovens contestadores da tradição neoclássica e romântica).
Seu protesto aparece como uma revolução libertadora que reclamava o direito à realidade, à luz, à emoção direta sobre a natureza. Abandonou então o estilo acadêmico em benefício
da liberdade de expressão.
Em 1875 foi para Paris, onde ficou admirado com os impressionistas, sem desviar-se, contudo, de seu caminho artístico. O tachismo serviu ao seu temperamento: permitiu-lhe animar e dramatizar os vastos espaços e conciliar a estrutura da superfície pictórica com a fugacidade da emoção.
Pintor de força totalmente itálica, Fattori soube ligar, em suas melhores obras, liberdade de toque, rigor de construção e solidez de matéria, fazendo assim uma síntese realista. Em sua independência, foi precursor do Impressionismo, tendo como seu discípulo direto, Guglielmo Micheli, o primeiro professor de Amedeo Modigliani



quinta-feira, 25 de novembro de 2010

SOBRE AMEDEO MODIGLIANI (1884-1920)





Amadeo Modigliani (1884-1920)
Ainda na primeira infância de Modigliani, a empresa da família Modigliani abre falência e para ajudar nas despesas da casa, sua mãe Eugenia Garsin,  começa dar aulas particulares e  fazer traduções. Modigliani cresce num ambiente com interesses literários e filosóficos, além do interesse por esoterismo, pois, seu avô materno, Solomon Garsin, percebendo seu interesse no assunto, lhe apresenta os segredos da Kabbalah. Em 1898, Modigliani contrai febre tifóide e o seu destino de artista lhe é revelado num mítico sonho delirante. A Sra. Eugenia não dúvida de suas visões, tendo escrito em seu diário, "meu filho será um grande artista" e desta forma lhe promete ajuda e isso ela, não somente cumpriu, como levou Modigliani a Florença para visitar as obras dos grandes mestres Renascentistas e depois matriculou seu filho com o melhor mestre da pintura em Livorno, Guglielmo Micheli. Modigliani estudou na escola de arte de Micheli, de 1898 a 1900, tendo mostrado ser a grande promessa quando ainda estudava com Micheli, deixando seus estudos com este mestre, quando foi forçado a se mudar de cidade, por recomendação médica, devido ao início de suas enfermidades, febre tifóide e tuberculose.
Matriculo-se em 1902 na Escola de Belas-Artes, em Florença, onde começa a frequentar sessões de espiritismo. Na sequencia, transfere-se para Veneza, Roma e nos inícios de fevereiro de 1906, quando chega a Paris, este jovem de ascendência judia, tem que competir com cerca de 30 mil artísta oriundos de toda a Europa, Ásia e das Américas à procura de reputação. 
  Por meio dos companheiros de arte, conheceu o poeta polaco Leo Zborowski, que se tornaria seu melhor e mais devotado amigo, além de incentivador e marchand. Já em Paris, torna-se amigo do poeta e artista plástico Max Jacob, também judeu e profundo conhecedor da Kabbalah. Coube a Max Jacob, iniciar definitivamente Modigliani, no esoterismo e mistérios da Torah, que já haviam sido apresentados, em sua infância, por seu avô materno Solomon Garsin.
Assim como outros pintores e artistas, Modigliani viveu a experiência de extremas dificuldades, chegando a dividir quarto e pobreza com vários amigos, incluindo os artístas plásticos brasileiros J.W.R. José Wasth Rodrigues e Vicente do Rego Monteiro. Com Wasth Rodrigues, além do interesse artístico, comum a ambos, houve uma maior sintonia devido ao seu interesse pelo ocultismo, pois, também era iniciado em Kabbalah.
Em 1917, Zborowski consegue para Modigliani uma exposição individual na galeria Weil. A exposição durou apenas um dia, tendo se transformado num escândalo, graças aos nus expostos na vitrine da galeria.
Ainda em 1917, Modigliani tem um filho com Simone Thiroux, sua modelo e amante franco-canadense,  que recebe apenas o sobrenome de sua mãe, pois, Modigliani nunca reconheceu a paternidade e como sua mãe, Simone Thiroux, sozinha não pode criá-lo devido a suas precárias condições financeiras e por ter contraido tuberculose, acaba por entregá-lo para adoção e após ter sido entregue a um casal de idosos, passa a chamar-se Gerard Thiroux Villette, tornando-se sacerdote e dedicando-se integralmente a sua fé até seu falecimento em 2004, na cidade de Paris. Dom Gerard, nunca quis aproximação com a família de seu pai.  Simone Thiroux morre de tuberculose em 1921, também na cidade de Paris. 
Uma outra grande musa de Amedeo Modigliani foi Jeanne Hébuternne, por quem se encantou assim que a conheceu e naturalmente deixando de lado sua relação com Simone Thiroux. Deste seu novo romance, Modigliani teve uma filha, Jeanne, em 1918. Após o nascimento de sua filha, Modilgiani promete casamento com Jeanne, que de fato, nunca aconteceu, pois, ele falsifica sua assinatura na certidão de casamento. Jeanne Hébuternne nunca soube do ocorrido.
Complicações em sua saúde, faz com que o pintor viaje para o sul da França, com sua companheira e a filha, a fim de recuperar-se. Retorna a Paris ao final de 1918 e na noite de 24 de janeiro de 1920, aos 35 anos, seis meses e 10 dias, Modigliani morre de tuberculose, agravada pelo consumo excessivo de álcool e drogas (haxixe).
Foi sepultado no célebre Cemitério de Père Lachaise.
No dia seguinte à morte do pintor, 25 de janeiro de 1920, sua companheira Jeanne, grávida de quase nove meses, suicidou-se ao atirar-se do quinto andar do edifício de seus pais, cena presenciada por seu irmão André Hébuternne...

  

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Objetivo com a criação deste Blog


Meu objetivo com este Blog, é compartilhar um processo de autenticidade para uma obra de Modigliani,  com a técnica de Óleo sobre Cartão, com outros fãs deste grande artista.
Como sugestão, gostaria que se conhecesse este material com o foco nos detalhes que serão apresentados posteriormente, pois,  estas obra,  não faz parte da Escola de Paris e sim da Escola de Livorno, que aliás, 'trata-se de uma das poucas obras existentes deste período (Stradina Toscana-1898) já apresentada numa postagem acima.
Apenas posso garantir antecipadamente, que este processo envolve um trabalho muito sério de  pesquisas históricas e científicas e que vale a pena acompanhar, pois, trata-se de uma história muito bonita e interessante, envolvendo toda a trajetória destas obras, que seguramente irá revolucinar os conceitos atribuídos a este maravilhoso artista!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

WORK IN PROCESS OF AUTHENTICITY MODIGLIANI, LOCATED IN THE CITY OF SÃO PAULO / BRAZIL TODAY AND IN A PRIVATE COLLECTION IN THE CITY OF PARIS / FRANCE - OBRA DE MODIGLIANI EM PROCESSO DE AUTENTICIDADE, LOCALIZADA NA CIDADE DE SÃO PAULO/BRASIL E HOJE NUMA COLEÇÃO PARTICULAR NA CIDADE DE PARIS/FRANÇA

Discovered in St. Paul, a landscape uncataloged Modigliani - Descoberta em São Paulo, uma paisagem não catalogada de Modigliani

PARIS is in a beautiful landscape (oil on cardboard), not yet cataloged, written by Modigliani, discovered in Sao Paulo / Brazil and produced at the beginning of his career in Livorno / Italy as a teenager and student of Professor Michele Guglielmo.

Encontra-se em PARIS uma maravilhosa paisagem (óleo sobre cartão), ainda não catalogada, de autoria de Modigliani, descoberta em São Paulo/Brasil e produzida no inicio de sua carreira em Livorno/Itália, quando adolescente e aluno do Professor Guglielmo Michele.